Há anos, os educadores vêm trabalhando para desenvolver uma estrutura simples e prática a fim de ajudar os professores na hora de ensinar seus alunos a raciocinar. O resultado foi um conjunto confuso de termos que normalmente se sobrepõem e para os quais cada autor tem sua própria definição. Esta seção tenta esclarecer a pesquisa sobre a capacitadade cognitiva.
Taxonomia de Bloom ›
De longe, o modelo mais comum para descrever o raciocínio é a Taxonomia de Bloom – uma lista de seis capacitadades cognitivas que vão do nível mais elementar ao mais avançado. Essas descrições são empregadas para ajudar professores e alunos a se concentrar na capacitadade cognitiva da mais alta ordem. Bloom lista uma hierarquia de capacitadades: conhecimento, compreensão, aplicação, análise, síntese e avaliação.
Taxonomia de Marzano ›
Robert Marzano, em resposta aos problemas que ele via na Taxonomia de Bloom, desenvolveu o que ele chama de Nova Taxonomia dos Objetivos Educacionais. Seus quatro sistemas: interno, metacognitivo, cognitivo e o domínio do conhecimento trabalham juntos para produzir a aprendizagem. Geralmente, as informações sobre capacitadade cognitiva são organizadas em torno de seu trabalho.
Estilos de aprendizagem ›
Uma pesquisa sugere que, quando os alunos são apresentados a um novo conceito por meio de seus estilos de aprendizagem, são capazes de se adaptar a formas diferentes de ensino. Levar em conta os estilos de aprendizagem também resulta em maior motivação e aprendizagem. Muitas estruturas sugeriram descrever as diferentes formas como os alunos aprendem. A estrutura usada com mais freqüência identifica os alunos como visuais, auditivos ou cinestésicos. O trabalho de Howard Gardner (1993) sobre múltiplas inteligências tocou vários educadores ao identificar oito maneiras diferentes de como os alunos podem ser "inteligentes": lingüística, lógico-matemática, espacial, físico-cinestésica, musical, interpessoal, intrapessoal e naturalista.
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