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Perguntas frequentes sobre o Driver de Gráficos Embarcados Intel®

Tecnologias / capacidades de gráficos

1.  Quais são as configurações de exibição com suporte para o recurso de rotação de área de trabalho, no Intel® Driver de Gráficos Embarcados Intel® e no chipset US15W do Hub da Controladora de Sistema Intel®?

 

Nos Drivers de gráficos embarcados Intel, há suporte para a rotação de área de trabalho, através da função “Rotation” da ferramenta GUI (Graphical User Interface) dos Drivers de gráficos embarcados Intel® nas configurações dos modos Únicos, Clone e Estendido. Consulte o guia do usuário para obter uma lista de instruções de rotação e as limitações dos sistemas operacionais.

 

2.  O chipset US15W do Hub da Controladora de Sistema Intel® com Drivers de Gráficos Embarcados Intel® oferece suporte para hardware dedicado para o DirectX* 9.0Ex e OpenGL* 2.0?

 

Sim.

 

3.  Quais são algumas das diferenças de alto nível entre o driver de gráficos de origem aberta Linux da Intel e os Drivers de Gráficos Embarcados Intel para Linux?

 

Os Drivers de gráficos embarcados Intel:

 

  • Dispõem do recurso DID (Dual Independent Display) nos chipsets suportados
  • Dispõem do recurso Render extension acceleration (Aceleração de extensão de renderização)
  • Dispõem do suporte para Xinerama* nos chipsets suportados
  • Oferecem suporte para a rotação de imagens
  • Oferecem suporte para o desempenho 3D avançado
  • São suportados através de um ciclo de vida estendido

 

4.  No LVDS interno, há suporte para os formatos de dados SPWG e OpenLDI?

 

Não, o LVDS interno em todos os chipsets atuais para portáteis só oferece suporte para os formatos de dados SPWG. Outros transmissores com suporte para LVDS podem suportar através do atributo 49 do driver da porta.

 

5.  Quais dispositivos SDVO (serial DVO) de terceiros são compatíveis com os Drivers de gráficos embarcados Intel?

 

Nos Drivers de gráficos embarcados Intel , existe suporte para diversos dispositivos SDVO da Chrontel* e Silicon Image* para HDMI, DVI, TVOut, VGA/CRT e LVDS através da porta SDVO interna do chipset. Consulte o guia do usuário, a atualização POR e o resumo do produto para obter uma lista atualizada de dispositivos compatíveis.

 

6.  No Driver de Gráficos Embarcados Intel, há suporte para o compartilhamento do barramento I2C entre vários dispositivos SDVO?

 

Sim, mas o “Byte de Endereço de Dado” dos dispositivos SDVO deve ser diferente. Consulte o Guia do usuário para obter mais informações sobre a configuração. Convém observar que para o suporte de dois transmissores, é crítico especificar a opção de endereço de hardware I2CDAB na configuração de cada um. Geralmente, os dispositivos SDVO serão encontrados nas portas 70h e 72h, mas seu hardware pode ser diferente. No CED, a opção de configuração será encontrada na página SDVO Configuration, abaixo do botão “I2C Settings” na seção I2C Bus Configuration. Especifique seus endereços na caixa “Device Address Byte” de cada dispositivo.

 

7.  Que funções de desenho são aceleradas no Driver de Gráficos Embarcados Intel?

 

Consulte o Guia do usuário para obter mais informações.

 

8.  Como alterar ou melhorar os gráficos de memória utilizados? Os Drivers de gráficos embarcados Intel permitem mudanças no tempo de execução?

 

Em um sistema Microsoft Windows XP/eXP*, isso pode ser implementado no SysBIOS. Para o X Server*, isso pode ser feito no xorg.conf. Consulte o guia do usuário para obter mais informações.

 

9.  Que nível de Shader Model o núcleo de gráficos do chipset US15W do Intel® System Controller Hub fornece?

 

No US15W, há suporte para o Shader Model nível 2.0 com algumas pequenas restrições.

 

10.  Neste Driver de gráficos embarcados Intel, há suporte para o OpenGL*?

 

Sim, a maioria, se não todos os chipsets têm suporte nas distribuições de Linux do kernel do Linux 2.6, e no Windows no chipset US15W, como descreve o Guia do Usuário dos Drivers de gráficos embarcados Intel v10.2, na Atualização do POR e no Resumo de Produtos.

 

11.  O que é EDID e como ele funciona?

 

EDID é a abreviação de Extended Display Information Data, um dos órgãos VESA de padrões, que permitem que um vídeo ou monitor retorne informações para o driver, para obter uma resolução de vídeo adequada, configuração do modo e configuração geral.

 

Os monitores CRT/VGA trocam informações EDID através do barramento de I2C com os Drivers de gráficos embarcados Intel®, para que o driver gere apenas os modos e intervalos de exibição compatíveis com o monitor ao qual está conectado.

 

Algumas telas LVDS não permitem a troca de informações EDID; portanto esses vídeos são chamados de “sem EDID” e exigem a geração de intervalos personalizados DTD (Detailed Timing Descriptor) através do CED.

 

12.  Onde posso encontrar informações sobre quais versões, chamadas de API e recursos têm suporte nos Drivers de gráficos embarcados Intel® para o OpenGL*?

 

Consulte o Guia do Usuário, Apêndice D, para obter informações sobre o suporte a OpenGL* e OpenGL ES*.

 

13.  Quais são as diferenças entre o OpenGL e o OpenGL ES?

 

Duas das mais importantes diferenças entre o OpenGL ES e o OpenGL são a remoção da semântica de chamada de glBegin–glEnd para a renderização de primitivas (favorecendo a utilização de arrays de vértice) e a introdução de tipos de dados de ponto fixo para as coordenadas de vértice e atributos para um suporte mais eficiente às possibilidades tecnológicas dos processadores embarcados, que geralmente não têm uma FPU (Floating Point Unit — Unidade de Ponto Flutuante).

 

14.  A Intel pretende oferecer suporte para o PhysX* em qualquer produto?

 

Não. Para a Intel, existem soluções de plataformas aceitáveis sem implementar tecnologias proprietárias NVIDIA*, como a PhysX*, CUDA* dentre outras.

 

15.  A API OpenVG* é compatível com os Drivers de gráficos embarcados Intel®?

 

Não. Contudo, o OpenVG* é compatível com o mais recente Driver de mídia e gráficos embarcados Intel® (Intel® EMGD). Para obter mais informações sobre o OpenVG, examine esta página: http://en.wikipedia.org/wiki/Openvg.

 

16.  Os usuários podem implementar o controle dinâmico da iluminação traseira através do PWM (Pulse Width Modulation) por meio do Drivers de gráficos embarcados Intel®?

 

Sim, é possível ter uma aplicação que controle dinamicamente a iluminação traseira do LVDS, mas verifique primeiro se a plataforma ou board sendo utilizada pode controlar essa iluminação através do PWM. Os conectores LVDS devem estar engatados no inversor do PWM. (Ou seja, até onde os engenheiros de software conheçam o design da board).

 

Depois, você precisará de um Driver de gráficos embarcados Intel® com capacidade para programar o PWM que controla a iluminação traseira do LVDS. Atualmente, os Drivers de gráficos embarcados Intel® e o Intel EMGD têm suporte para o PWM LVDS no chipset US15W do Hub da Controladora de Sistema Intel® e na board Tunnel Creek. Ainda não está confirmado se os códigos foram portados para o Processador Intel® Atom™ Séries 400 e 500. O driver utiliza duas entradas de configuração para habilitar o PWM. Uma delas é a frequência do inversor e a outra é a intensidade máxima do painel do LVDS, expressa em porcentagem. Normalmente, os Drivers de gráficos embarcados Intel® e Intel EMGD definem a intensidade máxima com 100%, mas a configuração desse parâmetro definirá a intensidade máxima do painel, não a intensidade de inicialização padrão. Isso significa que, independentemente do que você faça, a configuração mais brilhante alcançável é aquela configurada no driver.

 

A terceira parte é a aplicação do usuário, que controla a intensidade do LVDS. Se você tiver a especificação PCI Config do Processador Intel® Atom™ Séries 400 e 500, entre na seção de dispositivos de exibição (dispositivo 2 PCI) e verifique o registro da configuração PCI. Procure uma entrada chamada LEGACY Backlight Brightness (LBB). No chipset US15W do Intel® System Controller Hub, é o offset 0xF4 a 0xF7. Você deve criar uma aplicação que escreva nesse espaço de configuração de PCI. Você precisará verificar a especificação do Processador Intel® Atom™ Séries 400 e 500 aplicável à Tunnel Creek. O Bit 0:7 controla o brilho da iluminação traseira do LVDS, que possui 255 nível de brilho. Mas lembre-se de que as configurações no driver (mencionadas no parágrafo acima) definirão o brilho máximo. Isso significa que se você definir o máximo com 50%, mesmo que defina o LBB com 255, ele terá 50% de intensidade.

 

Em seguida, você pode criar uma aplicação usando controles deslizantes e outros recursos, para modificar o valor de LBB que controlará a iluminação traseira.

 

17.  Nos Drivers de gráficos embarcados Intel®, há suporte para a estrutura de aplicações web do Microsoft Silverlight*, que integra multimídia, gráficos, animações e interatividade em um único ambiente de runtime?

 

Atualmente, os Drivers de gráficos embarcados Intel® não são compatíveis com a aceleração dedicada do Microsoft Silverlight*. Contudo, os Drivers de gráficos embarcados Intel® realmente agilizam vários recursos e funções básicas utilizados pelo Silverlight. Para o Windows, os Drivers de gráficos embarcados Intel® aceleram o DirectX* (e WPF) e, para o Linux, eles aceleram o OpenGI*/GLES. Em resumo, os Drivers de gráficos embarcados Intel® não dispõe, no momento, de aceleração específica do Silverlight, mas o Silverlight funciona com base nos sistemas operacionais acelerados pelos Drivers de gráficos embarcados Intel®.